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Saúde Saúde em Orlândia

“A saúde precisa ser vista como prioridade”, diz Flávia Mendes, sobre baixo índices registrados por Orlândia

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07/06/2022 às 18h51
Por: Maria Mandú Fonte: Assessoria de Imprensa – Flávia Mendes
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“A saúde precisa ser vista como prioridade”, diz Flávia Mendes, sobre baixo índices registrados por Orlândia

Dados publicados pelo Ministério da Saúde apontam Orlândia como o município com o pior índice de saúde pública da Região de Franca. Numa escala de 0 a 10, Orlândia registra 1,26. Número que mostra a dura realidade da população que depende do atendimento nas unidades básicas de saúde.

Para a obtenção deste índice são avaliados indicadores como realização de pré natal, realização de exames de sífilis e hiv, atendimento odontológico, exames preventivos de câncer, vacinação e cuidado de pacientes com hipertensão e diabetes ficaram praticamente zerados, o que mostra a atual situação da saúde pública local. 

“Essa baixa é reflexo do sucateamento da rede informatizada pelo município, bem como a falta de investimentos. Apesar do empenho dos profissionais da saúde, a redução de exames e consultas, o desmonte de equipes de saúde dos bairros fez com que esse resultado negativo fosse alcançado”, disse a ex-prefeita da cidade, Flávia Mendes.  

“A saúde precisa ser vista com prioridade. Em minha gestão sempre defendi uma saúde pública de qualidade para a população. Fiz investimentos na saúde da família, com enfoque na prevenção, levando atendimento aos bairros, programa esse que foi posteriormente descontinuado. Esses índices mostram claramente o retrocesso no trabalho deixado. A população perdeu qualidade de atendimento”, completou Flávia Mendes.

“Sabemos do esforço dos profissionais da saúde em manter um bom trabalho diante do cenário atual, mas sem respaldo, a população fica limitada ao pouco que lhe resta. Vale ressaltar que além da qualidade de atendimento, esse resultado reflete também na perda de repasse federal mensal para a saúde para o município. A perda financeira chegará a 1,2 milhões de repasses do governo federal para a atenção básica do município, que hoje tem em seu governo dois gestores médicos”, concluiu Flávia Mendes.  

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